Revisão Narrativa
O texto de uma revisão narrativa deve apresentar as informações organizadas de forma didática com Título, Resumo, Palavras-chave, Abstract, Keywords, Abreviaturas, Introdução, Desenvolvimento (texto dividido em seções definidas pelo autor com títulos e subtítulos conforme as abordagens do assunto) e Referências. Recomenda-se o uso de figuras ou tabelas para ilustrar aspectos importantes do estudo.
Preparação do manuscrito

1. Estilo
Os manuscritos devem ser escritos e enviados em inglês de acordo com as seguintes regras:
- As ideias devem ser apresentadas de forma direta, concisa, clara, lógica e precisa.
- Aceita-se manuscritos previamente depositados em um repositório de preprints (tais como SciELO Preprints, BioRXiv, Fighshare, Zenodo, arXiv e PeerJ Preprints).
- Utilizar as medidas do Sistema Internacional de Unidades (SI).
- Utilizar termos anatômicos universais aprovados pela Federação Internacional das Associações Anatomistas (International Federation of Associations of Anatomists).
- Usar o nome não-proprietário internacional recomendado (Recommended International Non-Proprietary Name, rINN; https://www.who.int/teams/health-product-and-policy-standards/inn/) para nomeação de medicamentos, substâncias ou produtos ativos.
- Escrever e editar o texto como um documento usando o software Microsoft Office® Word (.doc or .docx files).
- O texto pode ser escrito em inglês britânico ou americano ou em português. Após o processo de avaliação, os autores devem providenciar a tradução ao inglês da versão final aprovada do manuscrito. Caso o autor não tenha proficiência em inglês, para garantir a conformidade com a redação e gramática corretas, deve ser fornecido um documento informando que o manuscrito foi revisado por um tradutor certificado. O custo da tradução e verificação do idioma inglês é de responsabilidade dos autores. Veja aqui algumas empresas e pessoas que oferecem serviços de edição e verificação do texto em inglês.
- Margens inferiores, superiores e laterais de 2,5 cm.
- Fonte Times New Roman ou Arial com letras de 12 pontos.
- Espaço simples no título e no resumo.
- 1,5 espaços entre linhas.
- Espaço simples em tabelas e figuras.
- Espaço simples em referências.
- Tabulação de 0,75cm na primeira frase de cada parágrafo.
2. Título
O título do manuscrito deve ser conciso e informativo, com no máximo 15 palavras, sem o uso de abreviaturas.
3. Resumo
O resumo deve apresentar os aspectos mais importantes do estudo, com um número máximo de 250 palavras. Citações não devem ser usadas no resumo e as abreviaturas devem ser evitadas. O texto deve ser claro, conciso, direto e estruturado nas seguintes seções: Introdução, Desenvolvimento (texto dividido em seções definidas pelo autor com títulos e subtítulos de acordo com as abordagens do assunto) e Conclusão.
4. Palavras-chave
A seleção das palavras-chave palavras ou expressões deve ser cuidadosa, de forma que identifique o conteúdo do artigo e este seja encontrado facilmente. Não devem estar contidas no título do artigo, pois os indexadores pesquisam automaticamente o mesmo. O número máximo de palavras-chave é de seis, separadas por ponto e vírgula, com a primeira letra de cada palavra em maiúscula. As palavras-chave em inglês devem constar no Medical Subject Headings (MeSH).
5. Abreviaturas e siglas
A lista completa de todas as abreviaturas e siglas utilizadas com seu significado deve ser inserida logo após as palavras-chave. No texto, a abreviatura ou sigla deve ser definida a primeira vez em que for utilizada, colocando o significado completo seguido da abreviatura/sigla entre parêntese. Após esse uso, em todo o texto deverá ser utilizada a abreviatura/sigla.
6. Introdução
Texto que deve descrever e discutir o desenvolvimento ou o "estado da arte" de um determinado assunto. Com base na análise da literatura publicada em livros, artigos de revista impressas e/ou eletrônicas na interpretação e análise crítica pessoal do autor.
7. Desenvolvimento
Texto dividido em seções definidas pelo autor com títulos e subtítulos de acordo com as abordagens.
8. Tabelas e Figuras
O número total máximo de tabelas e figuras é de cinco. Esses elementos devem ser numerados com algarismos arábicos de forma independente e sequencialmente, sendo inseridos no corpo do texto exatamente no seu local final. Antes de inserir a tabela no manuscrito é necessário mencioná-la no texto. Na elaboração das tabelas e figuras deve-se utilizar a seguinte sequência de símbolos: *, †, ‡, §, ||, *, ††, ‡‡.
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A tabela deve ser elaborada com a ferramenta de tabelas do MS Word, com a mesma fonte do resto do texto (Times New Roman ou Arial), no tamanho 10 pontos. A inserção da mesma no manuscrito deve ser em formato editável.
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O título deve ser localizado na parte superior da tabela e com espaço simples.
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O título deve ser autoexplicativo, informativo, claro e completo indicando o que se pretende representar. Ele deve conter a informação do tipo de participantes do estudo, o tipo de dados que está sendo apresentado, o local (cidade, estado, país) e o período da coleta dos dados. O significado de abreviaturas, siglas e símbolos utilizados deve ser escrito na legenda.
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Apenas deve ser apresentada em negrito, a palavra “Tabela” e seu número. O resto da informação do título deve ser inserida sem negrito. Por exemplo: “Tabela 1. Características sociodemográficas de pacientes com doença XX, São Paulo, Brasil, 2026.”
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Os títulos das colunas e das linhas devem apresentar apenas a primeira letra em maiúscula.
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Quando são apresentadas proporções, em uma única coluna devem ser inseridos o número absoluto e a porcentagem. Ex.: n (%).
O layout das tabelas deve respeitar a largura máxima de 15 cm e altura máxima de 22 cm. Para enviar a revista é necessário que a tabela tenha resolução mínima de 600dpi, formato Tif e padrão de cores RGB.
9. Citação
No texto, as fontes de informação (referências bibliográficas) devem ser identificadas e citadas com números arábicos, em ordem crescente e consecutiva, no formato sobrescrito, no final da frase correspondente e antes do ponto. Após ser citada pela primeira vez uma fonte, ela poderá ser citada fora da ordem sequencial. Exemplo: A doença pode ser considerada de fácil prevenção2,3,7-10.
10. Referências
As referências devem ser apresentadas no formato “Vancouver”, recomendado pelo International Committee of Medical Journal Editors. Na lista, devem ser apresentadas numeradas, conforme a ordem de aparição da citação no texto. Uma revisão narrativa deve conter até sessenta referências no total, sendo sugerido, no máximo 30% com mais de cinco anos. Clique aqui e acesse os modelos de referências
11. Contribuição dos Autores
O autor de um artigo científico é a pessoa que participou de forma efetiva, transparente e íntegra, na realização do estudo e na produção intelectual do manuscrito. AHS adota as recomendações do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas (International Committee of Medical Journal Editors – ICMJE);
A declaração dos nomes e filiação de todos os autores deve ser realizada na submissão do manuscrito. Para ser qualificado como autor de um estudo científico, um pesquisador deve apresentar todas as seguintes seis características ou atividades:
- Participação substancial na elaboração e desenho do estudo; ou na aquisição, análise ou interpretação de dados para o estudo; e,
- Elaboração do manuscrito ou revisão crítica com contribuição intelectual importante ao seu conteúdo; e,
- Aprovação final do conteúdo a ser publicado; e,
- Concordância em assumir a responsabilidade por todos os componentes do estudo, garantindo que a precisão ou integridade de todos os aspectos dele sejam adequadamente investigados e resolvidos; e,
- Ter capacidade de identificar os coautores responsáveis por outras partes específicas do estudo; e,
- Ter o dever de confiar na integridade das contribuições dos seus coautores.
12. Agradecimentos
Nesta seção o autor tem a possibilidade de descrever a colaboração de indivíduos que merecem reconhecimento, mas não se qualificam para autoria. Também, quando utilizadas ferramentas de inteligência artificial (IA), nos agradecimentos, deve ser apresentado o tipo de uso realizado, de forma específica (nome da ferramenta, etapa ou parte do estudo que a empregou).








